Glossário de termos TPS (Toyota Production System)

Andon:

Gestão visual que exibe o status atual do trabalho desempenhado.
Apresenta instruções relacionadas ao trabalho (reduzir o ritmo,
aumentar o ritmo, parar), status do andamento (% de conclusão da
meta em andamento) e quaisquer problemas ou impendimentos
relacionados ao trabalho. É uma das principais ferramentas do
Jidoka. Geralmente é um quadro eletrônico, físico e visível que
acende painéis/luzes para demonstrar o status do contexto atual.

Cycle Time:

É o tempo total desde o momento em que um item entra no sistema
até o momento em que ele passa por todas as etapas do sistema.
Pode ser medido por etapa do sistema.

Genchi Genbutsu:

É o ato de ir até a Gemba.

Gemba:

Significa “local”, é o local onde o trabalho é realizado. É
desta palavra que vem o termo Gemba Walk.

Hansei:

Reflexão. Tenho o péssimo hábito de dizer que Hansei é a
meditação. Na verdade, Hansei é um conceito chave da cultura
japonesa. Admitir os fracassos e erros é o primeiro passo para a
melhoria. Parar de práticar Hansei significa parar de aprender
consigo mesmo.

Heijunka:

É manutenção dos níveis de produção baseado em três princípios
básicos: sistema puxado, melhoria contínua e controle do Takt
time.

Hoshi Kanri:

É o processo de desdobramento de metas e objetivos e os seus
respectivos meios para atingí-los. São criados pela gestão
executiva e ordenados pelas prioridades do negócio para levar a
organização para um novo estágio de performance.

Jidoka:

Autonomação (automação + interação humana). JIT e Jidoka são os
pilares do TPS (Toyota Production System). Conceito surgiu com
as máquinas de tear automatizadas que paravam automáticamente
quando houvesse algum problema. Neste caso, o operador (humano)
colocaria a máquina a funcionar novamente.

Jishuken:

Atividades de gestão para identificar áreas que necessitem um
maior foco/atenção para melhoria contínua e para espalhar
informações internamente, estimulando a melhoria contínua.

JIT:

Apenas produzir o necessário na quantidade necessária. Visa
aumentar a eficiência e provê uma maior resposta a mudanças
(adaptabilidade).

Lead time:

É a subtração do tempo de saída de um item de trabalho menos a
entrada de um item de trabalho passando por todas as etapas do
sistema.

Muda:

Atividades ou processos que não geram valor ao cliente.

Mura:

Variações em processos que podem causar impactos na qualidade ou
resultado final.

Muri:

Sobrecarga física ou mental dos profissionais (ou máquinas).

Nemawashi:

É o trabalho inicial de envolver outras áreas, departamentos e
partes da organização para obter informações, esclarecer
dúvidas, entender o contexto para no futuro suportar uma
proposta de mudança, inclusive nas mesmas.

Pokayoke:

São inovações de baixo custo e alta confiabilidade de detectar
de forma pro-ativa potenciais problemas ou situações anormais
antes de impactar na produção do sistema. Caso algum problema
ocorra, o fluxo é interrompido para não gerar desperdício.

Shigoto:

Trabalho. No TPS, representa qualquer atividade ou processo que
agregue valor.

Shojinka (Takt-time):

É o tempo entre o início/término de dois itens de trabalho
sucessivos. É o ritmo de “produção” do sistema.

Heijunka:

É o ato de regular a diversidade ou a quantidade de produção de um processo durante um período de tempo definido. A programação e customização da produção é a principal ferramenta para gerar estabilidade na produção. Alguns exemplos de uso são: prevenir o excesso de lotes, excesso de tipos de produtos e variações no volume dos produtos.

Tataki Dai:

É o processo de receber críticas ao compartilhar suas ideias
incompletas (80% formalizadas) e recebendo feedback e os
potenciais problemas. O intuíto é que se a ideia passa pelo
processo e é trabalhada e melhorada, ela tem o potencial para
ser uma proposta melhor do que seria.

Kaizen:

Melhoria. É uma filosofia, uma prática: melhoria contínua.

Kanban:

Significa muitas coisas diferentes. Vide:  Kanban não é kanban, e Kanban não é Kanban – Agile Coach .Ninja

Yatai:

É uma célula de trabalho.

Yokoten:

É o processo de compartilhamento do aprendizado internamente.
Significa entender, copiar e adaptar ideias provenientes do
Kaizen que foram testadas anteriormente e mostraram resultado na
organização. A expectativa é de que os profissionais olhem com
seus próprios olhos e tragam para o seu contexto as mudanças e
inovações. Não é uma abordagem top-down de “seguir melhores
práticas” e não se trata de apenas “copiar e colar”. Uma
pontecial metáfora seria: “copiar e melhorar antes de colar”.

5W2H / 5Why’s:

What? (O que será feito?); Why? (Por que será feito?); Where?
(Onde será feito?); When? (quando será feito?); Who? (Quem vai
fazer?); How? (como será feito?); How much? (quanto vai custar
pra fazer?);

5S:
Seiri:

Utilização. Separar o necessário do desnecessário.
Eliminar do espaço de trabalho o que seja inútil;

Seiton:

Organização. Colocar cada coisa em seu devido lugar. Organizar
o espaço de trabalho de forma eficaz.;

Seisō:

Limpeza. Limpar e
cuidar do ambiente de trabalho. Melhorar o nível de limpeza;

Seiketsu:

Higiene. Criar nomas e padrões. Criar normas claras
para triagem, arrumação e limpeza.;

Shitsuke:

Disciplina. Todos
ajudam. Incentivar a melhoria contínua.

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